História
do café
O café é uma planta da família das Rubiáceas.
Existe descrição de mais 500 gêneros e 6.000
espécies de café, todas elas são lenhosas,
apesar de existir arbustos e celeiros com mais de 10 metros de altura.
As folhas variam do vermelho à púrpura. A espécie
principal para os bebedouros de café é o Coffea arabica,
identificado em 1753 pelo botânico Linneu. Trata-se de um
arbusto maciço com folhas verde-escuras ovais e frutos também
ovais. O café de melhor qualidade em todo o mundo é
descrito como "Café Brasil". As duas variedades
mais conhecidas do Coffea arabica são a Típica e a
Bourbon, mas há também: Caturra (cultivado no Brasil
e na Colômbia), Mundo Novo (do Brasil), Tico (da América
central), San Ramon (variedade anã). A mais famosa variedade,
sem dúvida alguma, é a Montanha Azul da Jamaica. Dentro
desta espécie, encontra-se a variedade Coffea canefhora robusta.
Trata-se de um arbusto que chega a alcançar 10 metros de
altura com frutos redondos e necessitam de 11 meses para amadurecerem.
As sementes são ovais, menores que as da arabica. Ele é
cultivado na África Ocidental e Central e, também,
no Brasil onde é conhecido como Conilon.
Existem duas outras espécies menores dentro deste gênero,
a Coffea liberica e a Coffea excelsa. Os primeiros são cafeeiros
de grande porte, atingindo até 18 metros, têm folhas
largas e rugosas e grãos maiores. O Café liberica
é pouco cultivado na Malásia e na África Ocidental,
devido à baixa procura de seu sabor.
O café arábica representa 60% do café consumido
no mundo. Nos últimos anos têm crescido a variedade
robusta, pela facilidade de produção e devido à
maior propensão do arábica sofrer ataque de doenças.
Tanto o arábica como o robusta exigem muito sol e chuva e
começam a produzir três a quatro anos após o
plantio e, dependendo dos cuidados, dão frutos por até
30 anos.